domingo, 17 de outubro de 2010

Que coisa!


Uma amiga estava me contando que uma colega do trabalho conheceu um carinha e que, no primeiro dia que saíram, ele fez aquelas perguntinhas triviais, como, o que ela fazia da vida, etc. Ao comentar que era formada e servidora pública, ele argumentou que sendo bonita, inteligente e independente, tinha de ter um defeito... Quis ser engraçadinho e me saiu com essa:
“Qual é, você ronca, peida ou caga de porta aberta?”
Depois disso, por motivos óbvios, ela não voltou mais a sair com essa figura grosseira.
Aí, eu fiquei pensando... O que leva um homem a perguntar algo assim a uma mulher, ainda na fase da conquista?
Ficamos conversando a respeito, e chegamos a algo perto de uma conclusão: parece que as mulheres hoje se oferecem tanto, que eles não se esforçam para nada. E nem precisam mais... Acham que todas estão tão desesperadas que, quando vêem uma que não está, ficam até assustados! É, deve ser por isso que aparecem com essas pérolas...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Eu te amo...


Descobri que te amo hoje, como nunca te amei. Não que não tenha te amado sempre; mas meu amor não era capaz de entender o quanto você já me amava.
Percebi que te amo tanto, que se esse amor não fosse assim, como é, não teria me trazido de volta para você. Ou será que foi o seu amor que te pôs no meu seio? É que é tanto amor, que eu nem sei... Não sei mais se sou eu, ou se é você...

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Sobre o capítulo final de "A Cura".


Alguém poderia me explicar o último episódio da mine-série “A cura”? É que descobri que sou burra. Pior ainda: que burrice é hereditário, pois meu pai também não entendeu nada.

domingo, 3 de outubro de 2010

Comer, Rezar e Amar.


Pensem em um filme chato. Elevem ao quadrado, aliás, ao cubo. Esse é o resultado final da produção Comer, Rezar e Amar, estrelado por Julia Roberts, baseado no best-seller autobiográfico de Elizabeth Gilbert.
Tudo bem que eu seja suspeita para falar, afinal de contas, eu nunca fui fã de livros de auto-ajuda. Porém, como sou brasileira, e não desisto nunca, estava jurando para mim mesma que a versão cinematográfica poderia me causar fortes emoções. Ok, ok, lá no fundo eu já sabia que não seriam tão fortes assim...
Não li o livro, mas acho que não gostei do filme por não conseguir entender como uma crise existencial pode levar uma pessoa tão longe; no caso dela, no sentido literal mesmo.
A criatura larga tudo em New York (emprego, casa, marido, amigos...) e vai de mala e cuia para três partes estratégicas do mundo: Itália, Índia e Bali. Não precisa ser historiador para deduzir qual a relação do título da obra com cada um desses lugares, não é mesmo?
Agora eu me pergunto: para que ir tão longe para fazer coisas tão óbvias?
Vejamos o meu caso, por exemplo. Se eu tenho uma Cantina Volpi, localizada praticamente na esquina da casa de minha avó, por que sairia daqui para comer pizza na Itália?
Para rezar, precisava ir até a índia? Com certeza? Tudo bem que a Índia é tida como um país altamente espiritualizado, e blá blá blá, porém, bastava ter assistido a alguns capítulos daquela novela, Caminho das Índias, que já dava para pegar várias dicas. Depois, era só acender uma velinha para Santo Antônio, e resolver tudo sem sair de casa mesmo!
Quanto a amar... Poxa vida, minha gente, eu sei que o trânsito que se pega para chegar à Pinto de Aguiar é complicado, mas garanto que não é nada comparado a uma passagem para a Indonésia.
Obviamente eu estou tirando um sarro dessa história. Não há como não encarar com bom humor a dúvida, que ainda insiste em povoar tantas mentes: será que é preciso ir tão longe para descobrir o que existe dentro de si mesmo?

domingo, 19 de setembro de 2010

"Biscoito Esfarelado"


Uma amiga resolveu me homenagear por meio de uma brincadeira. Ela criou um blog que conterá historinhas fictícias tendo como inspiração as minhas supostas aventuras.
Este é o link: http://biscoitoesfarelado.blogspot.com/
Espero que visitem e gostem!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Caligrafia urgente!


Parece que essa vida moderna nos faz perder algumas antigas habilidades. A escrita, por exemplo. Não tinha me dado conta de como ficou feia a minha letra, pela falta do hábito de escrever. Quer dizer... Se encararmos o fato de que digitar não seja a mesma coisa...
Passei o sábado e o domingo fazendo provas. E as duas exigiam de mim a capacidade de fazer uma redação. Ok, até aí tudo bem, eu adoro escrever. Ops, digitar...
Porém, quando dei por mim, percebi que as minhas letras haviam se transformado em garranchos. Por exemplo. O meu “t”, não era mais um “t” bonitinho, de quando eu estava na 3º série... Transformou-se em uma cruz. O meu “s” virou um parêntese fechado, isso mesmo, algo parecido com isso “)”. O meu “A” (só o maiúsculo), agora é um triângulo, e o “o”, um zero, ou uma bola, como o avaliador preferir.
Com isso, só me resta uma coisa: caligrafia urgente!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Parabéns administradores!!!


Hoje é o dia do Administrador. Esse profissional que, como dizem por aí, “sabe um pouco de tudo e muito de nada”. Não que eu concorde, mas entendo bem o porquê.
Talvez esse seja um dos pilares que sustente o absurdo que se percebe em concursos públicos, ao se exigirem dos bacharéis em “qualquer área de formação”, conhecimentos que se aprende no curso de Administração e, conseqüentemente, exclui de nós, administradores de verdade, o direito de concorrermos apenas com nossos colegas de classe.
De qualquer forma, parabéns!