
É... E mais uma vez eu me joguei com tudo e descobri que o tudo ainda é nada. Ou, pelo menos, que ele ainda não chegou para mim.
Prestei um concurso recentemente e fiquei em uma posição muito ruim, obviamente sem nenhuma chance de ser chamada, a menos que Deus diga diretamente que sim. Seria mais um concurso, como tantos outros, que fiz e me dei mal, se não fosse um pequeno detalhe que, até agora, acho que posso considerar uma ironia do destino. Ah, o destino, esse sacana, que vive me pregando peças, deu-me um sinal como se eu fosse esperta o suficiente para perceber.
No ato da inscrição, cometi um erro; sem querer, escolhi a cidade de lotação errada (ou seria a certa?), mas logo me dei conta do “equívoco” e o corrigi. Imprimi outra inscrição, dessa vez com a cidade de minha escolha consciente, e paguei sabendo que a instituição organizadora consideraria a opção paga.
Não vou mais me cobrar, nem chorar, nem me lamentar. Meus amigos e familiares não agüentam mais, nem os colegas do curso, que conheci recentemente, coitados. Mas confesso que depois da hora maldita em que me veio a infeliz curiosidade que me levou a averiguar os resultados dos candidatos que concorreram para a outra cidade (isso mesmo, aquela que havia sido, “erroneamente” a minha primeira opção), eu mal consegui dormir.
Para encurtar a conversa, de acordo com minha pontuação, eu teria, no “futuro do pretérito”, passado em 4º lugar...