Mostrando postagens com marcador Filmes que assisti.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filmes que assisti.. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

"São tempos difíceis para os sonhadores."


Pintor: "Ela prefere imaginar uma relação com alguém ausente do que criar laços com aqueles que estão presentes."
Amelie: "Hummm, pelo contrário. Talvez faça de tudo para arrumar a vida dos outros."
Pintor: "E ela? E as suas desordens? Quem vai pôr em ordem?"


Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Diário de uma Paixão


Diário de uma Paixão não é um filme para ser assistido em um momento de descrença aguda da humanidade. Aliás, pensando melhor, talvez até sirva para abrandar os corações de quem parece ter perdido, mesmo que momentaneamente, a fé no amor.
Eu sei que mergulhar nesses romances me afasta do real, e me deixa ainda mais vulnerável a todo tipo de canalha, que vive de dar “pequenos golpes” nos corações de gente idealista como eu. Porém, não consigo não vibrar com essas histórias e, a cada cena, não perder a esperança de que em algum momento de minha vida sentirei algo semelhante também.

Sinopse:

Numa clínica geriátrica, Duke, um dos internos que relativamente está bem, lê para uma interna (com um quadro mais grave) a história de Allie Hamilton (Rachel McAdams) e Noah Calhoun (Ryan Gosling), dois jovens enamorados que em 1940 se conheceram num parque de diversões. Eles foram separados pelos pais dela, que nunca aprovaram o namoro, pois Noah era um trabalhador braçal e oriundo de uma família sem recursos financeiros. Para evitar qualquer aproximação, os pais de Alie a mandam para longe. Por um ano Noah escreveu para Allie todos os dias mas não obteve resposta, pois a mãe (Joan Allen) dela interceptava as cartas de Noah para a filha. Crendo que Allie não estava mais interessada nele, Noah escreveu uma carta de despedida e tentou se conformar. Alie esperava notícias de Noah, mas após 7 anos desistiu de esperar ao conhecer um charmoso oficial, Lon Hammond Jr. (James Marsden), que serviu na 2ª Grande Guerra (assim como Noah) e pertencia a uma família muito rica. Ele pede a mão de Allie, que aceita, mas o destino a faria se reencontrar com Noah. Como seu amor por ele ainda existia e era recíproco, ela precisa escolher entre o noivo e seu primeiro amor.

domingo, 28 de agosto de 2011

Os Homens que não Amavam as Mulheres.


Acabei de assistir ao filme sueco "Os Homens que não Amavam as Mulheres".
Baseado em um livro, ele faz parte da Trilogia Millennium, assim como os outros dois que o sucederam: A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo de Ar.
De gênero suspense/investigativo, consegue prender a atenção, apesar das cenas pesadas, porém, não apelativas.
As interpretações são convincentes, e o final é bastante interessante.
Recomendo!

Sinopse:

Harriet Vanger desapareceu 36 anos atrás sem deixar pistas na ilha de Hedeby, um local que é quase propriedade exclusiva da poderosa família Vanger. Apesar da longa investigação policial a jovem de 16 anos nunca foi encontrada. Mesmo depois de tanto tempo seu tio decide continuar as buscas, contratando o jornalista investigativo da revista Millennium, Mikael Blomkvist, que não está em um bom momento de sua vida, enfrenta um processo por calúnia e difamação. Mas, quando o jornalista se junta a Lisbeth Salander, uma investigadora particular nada usual, incontrolável e anti social, a investigação avança muito além do que todos poderiam imaginar.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A Malvada


Gostei muito deste filme, talvez por ele abordar uma questão atemporal, e trazer atuações de gente consagrada como Marilyn Monroe e Bette Davis (que desvia para si todas as nossas atenções), embora seja suspeita para falar, haja vista meu apreço por produções antigas.
É uma obra que expõe até onde o ser humano é capaz de chegar, motivado pela ambição e inveja, porém, com um brilhantismo que não a permite cair no clichê.
A trama é muito bem conduzida, com a narração intercalada entre os personagens, e não apenas de um único, o que gera certo “dinamismo de idéias” e que nos ajuda a entender os acontecimentos sob diferentes óticas.
Aqui no Brasil, recebeu o título “A Malvada”.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

"Frankly, my dear, I don't give a damn"


Frankly, my dear, I don’t give a damn - Gone with the wind
Carregado por jedall. - Veja outros filmes e emissoras de televisão em video

Não tenho hábito de postar vídeos aqui no espaço cor-de-rosa, porém, esse merece atenção. Trata-se da cena final do filme “Gone with the Wind" , ou “E o Vento Levou”.
Resolvi postar essa parte, porque estou me sentindo muito “Rhett Butler.” Isso mesmo. Imaginemos que eu seja ele, e que você seja ela.

Essa vai para você: "Frankly, my dear, I don't give a damn".

domingo, 3 de outubro de 2010

Comer, Rezar e Amar.


Pensem em um filme chato. Elevem ao quadrado, aliás, ao cubo. Esse é o resultado final da produção Comer, Rezar e Amar, estrelado por Julia Roberts, baseado no best-seller autobiográfico de Elizabeth Gilbert.
Tudo bem que eu seja suspeita para falar, afinal de contas, eu nunca fui fã de livros de auto-ajuda. Porém, como sou brasileira, e não desisto nunca, estava jurando para mim mesma que a versão cinematográfica poderia me causar fortes emoções. Ok, ok, lá no fundo eu já sabia que não seriam tão fortes assim...
Não li o livro, mas acho que não gostei do filme por não conseguir entender como uma crise existencial pode levar uma pessoa tão longe; no caso dela, no sentido literal mesmo.
A criatura larga tudo em New York (emprego, casa, marido, amigos...) e vai de mala e cuia para três partes estratégicas do mundo: Itália, Índia e Bali. Não precisa ser historiador para deduzir qual a relação do título da obra com cada um desses lugares, não é mesmo?
Agora eu me pergunto: para que ir tão longe para fazer coisas tão óbvias?
Vejamos o meu caso, por exemplo. Se eu tenho uma Cantina Volpi, localizada praticamente na esquina da casa de minha avó, por que sairia daqui para comer pizza na Itália?
Para rezar, precisava ir até a índia? Com certeza? Tudo bem que a Índia é tida como um país altamente espiritualizado, e blá blá blá, porém, bastava ter assistido a alguns capítulos daquela novela, Caminho das Índias, que já dava para pegar várias dicas. Depois, era só acender uma velinha para Santo Antônio, e resolver tudo sem sair de casa mesmo!
Quanto a amar... Poxa vida, minha gente, eu sei que o trânsito que se pega para chegar à Pinto de Aguiar é complicado, mas garanto que não é nada comparado a uma passagem para a Indonésia.
Obviamente eu estou tirando um sarro dessa história. Não há como não encarar com bom humor a dúvida, que ainda insiste em povoar tantas mentes: será que é preciso ir tão longe para descobrir o que existe dentro de si mesmo?

segunda-feira, 26 de julho de 2010

A jovem Rainha Vitória


Ontem fui assistir ao filme A jovem Rainha Vitória no MAM- Museu de Arte Moderna. Trata-se de uma produção inglesa, executada com todo cuidado. É um filme leve, um romance que, embora não nos traga nada além do previsível, é capaz de garantir um momento agradável de descontração, sobretudo para quem gostaria de fugir um pouco do estilo Hollywoodiano e da rota comercial da cidade (Shoppings Salvador/ Iguatemi/ Itaigara).
E por falar em fuga do habitual... Quase havia me esquecido de como são belas aquelas bandas... Olhar o reflexo do Sol brilhando na superfície do mar promove uma sensação de bem estar inigualável.
Dia feliz. :)

terça-feira, 7 de julho de 2009

A Era do Gelo 3




Embora não seja muito chegada a filmes infantis, meus amigos sempre acabam me arrastando e, ao final, eu até que costumo me divertir.
Domingo fomos assistir ao filme A Era do Gelo 3.
Que coisinha mais fofa... Alem dos aspectos de produção (pois é, sem dúvidas, um filme muito bem feito).
Porém, o mais interessante foi observar o comportamento das crianças se “entretendo” e se “dispersando”. Tinha um garotinho ao nosso lado que devia ter uns três anos no máximo. A mãe foi toda equipada (até cobertor levou para cobri-lo por conta do ar condicionado).
As mais velhas também eram cômicas, é engraçado como elas se posicionam como se estivessem “participando” do filme!
Mesmo acreditando que ainda esteja um pouco longe de ser mãe, deu para “sentir o clima.”

terça-feira, 16 de junho de 2009

Cumplicidade.


Ao assistir Duplicidade, pensei que se tratasse de mais um filme de ação com um romancezinho no meio, o bom e velho clichê. Lembro que bem no início comentei que ele me lembrava Sr. e Sra. Smith.
Algumas cenas desnecessárias deixaram o filme um pouco monótono, entretanto, mais ou menos do meio para o fim, tomou um ritmo agradável que conseguiu prender as nossas atenções.
O melhor ficou reservado para o final que, sem dúvidas, foi surpreendente.
Acima de tudo, o que eu considero mais relevante é o que se pode perceber nas “entrelinhas” em meio aos diálogos do casal Julia Roberts e Clive Owen (que, por sinal, tem uma química legal, percebida por mim desde o filme Closer, em que também atuaram juntos).
É tocante vincularmos uma simples obra de ficção aos relacionamentos no que se refere ao essencial, como amor, cumplicidade e confiança.

sábado, 2 de maio de 2009

Como Tita


Como Água para Chocolate é, em minha opinião, um dos mais belos filmes do cinema latino-americano em todos os tempos. Nossa... Eu devia ter uns 13 ou 14 anos, mas parece que foi ontem que eu o assisti.
Vez ou outra algo me remete a essa obra que me tocou tanto. Hoje, por exemplo, eu me senti como Tita, a protagonista. Não em relação aos dotes culinários, pois, às vezes, nem eu mesma consigo comer o que faço... Se é que eu consigo efetivamente produzir alguma coisa na cozinha, alem de bagunça, é claro... Mas isso não vem ao caso agora. Refiro-me ao fato de, coincidentemente, me visualizar agindo como ela. Aplicando determinados mecanismos que têm funcionado, assim como para Tita e Pedro, como sinais, numa tentativa peculiar de não deixar que uma chama de esperança se apague, mesmo quando percebo que ela está tão fraquinha...
Bem, o fato é que Tita usava suas receitas como forma de comunicação. E Pedro compreendia exatamente tudo que ela queria expressar, todo seu sentimento, por meio de cada alimento preparado por ela.
Eu não sei cozinhar, mas, acho que tenho conseguido me fazer entender perfeitamente pelo meu Pedro por meio do que eu escrevo. Meus ingredientes são as palavras que, deixo soltas, na expectativa de que, lendo, ele possa me sentir um pouco mais perto. Os condimentos talvez sejam as inspirações que tenho tido a fim de dar vazão a toda emoção que carrego dentro de mim e que tem sido externada sutilmente para sua lenta absorção...
E assim como Tita envolvia Pedro, vou tentando fazer de meus textos suas refeições.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Ele não está tão a fim de você!


Ontem fomos assistir ao filme em questão. Nada tão imprevisível, mas com certeza garantiu um bom momento de descontração e, o principal, uma reflexão bastante salutar a respeito do tema.
Porque a maioria de nós sempre prefere arranjar desculpas a enxergar a porra da verdade que se resume a entender que ele não está a fim???
Através das risadas eu ia assimilando as mensagens, os ensinamentos, e o que é pior, ia me sentindo cada vez mais ridícula por me identificar com praticamente todas as cenas. Que lástima... Só não foi pior porque senti que minha amiga dividia o peso da identificação toda vez que me olhava a cada situação patética que nos remetia ao nosso passado ao lado de algum ex.
Eu indico!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

“Ó Pai ó”, “Minha Autarquia” e outras...



Ontem, ao pegar um ônibus de volta para casa, sentei-me em uma das primeiras cadeiras, e não pude deixar de ouvir uma conversa entre o motorista do ônibus em que eu estava e o do ônibus que parou ao lado. Ainda estávamos perto do ponto e, por causa do engarrafamento, eles ficaram a “bater papo” por um tempo. Inicialmente não prestei tanta atenção, estava preocupada com algumas coisas, mas fui despertada repentinamente quando ouvi a expressão em voz bem alta: “Você é minha autarquia!”
Por ter noções básicas de Direito Administrativo (são bem básicas mesmo), conheço o conceito de autarquia e, talvez, por essa razão, o fato tenha, definitivamente, me deixado intrigada. Então, eu fiquei a me perguntar, durante boa parte do percurso, como a palavra autarquia poderia ser utilizada numa tentativa de demonstrar afeto entre as pessoas. Sim, porque eu até pensei inicialmente que se tratasse de uma discussão, mas, como estavam sorrindo, percebi que ser a autarquia de alguém era, de fato, um elogio. Para ser mais específica, eu fiquei tentando estabelecer um vínculo, qualquer que fosse (menos o laboral, pois não era o caso), que pudesse unir as pessoas jurídicas de direito público criadas por lei específica que dispõem de patrimônio próprio e realizam atividades típicas de Estado de forma descentralizada a um ser humano.
O mais engraçado dessa história é que fui remetida a um diálogo que tive com alguns amigos sábado passado sobre o filme “Ó Pai ó”. Eu dizia que a obra era bastante caricata e que a impressão que tinha era a de que estava assistindo a uma peça de teatro filmada. O pessoal rebateu, disse que o filme retrata fielmente a realidade do soteropolitano, principalmente daqueles que residem em determinados bairros da cidade. Um amigo até me sugeriu que fosse ao Pelourinho e ficasse parada a observar a movimentação por 15 minutos que eu teria a certeza de que era aquilo mesmo, exatamente igual.
Pois bem, eu me rendi, mas não precisei ir ao Pelourinho. Acho que a conversa entre os dois motoristas, embora não tenha durado 15 minutos, foi suficiente para me fazer perceber que o filme Ó Pai ó revelou na íntegra tudo aquilo que intencionalmente queria evidenciar.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Sobre o curioso caso de Benjamin Button



Quando terminou de ser apresentado, não me surpreendi ao perceber que, algumas pessoas, sentadas à frente, aplaudiram ao excelente filme "O Curioso Caso de Benjamin Button". Minha prima, adolescente, assim como outros, também mais jovens, obviamente não perderam a oportunidade de tirar um sarro da situação, e eu, embora tenha ficado na minha, tive imensa vontade de aplaudir também.
Respeitados os aspectos hollywoodianos e, sem a mínima pretensão de comparar a obra aos filmes de arte europeus, achei, sem sombra de dúvidas, um belíssimo trabalho.
Não acredito que seja o suficiente para assegurar o Oscar a Brad Pitt, que, apesar de não ter se saído mal, e de ter cumprido com alguns pedidos da direção (como emagrecer e engordar para melhor se adaptar as fases da vida do personagem), ainda não convenceu a todos de que sua carinha bonita não o ajuda a garantir notoriedade.
Independente de qualquer observação ou crítica vale a pena sermos induzidos a uma reflexão a respeito do comportamento do tempo em nossas vidas.